4 bilionários que poderiam comprar o Grêmio
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A novidade administrativa entre os clubes brasileiros é a Sociedade Anônima do Futebol (SAF), modelo que alguns clubes brasileiros já aderiram, como Botafogo, Cruzeiro e Vasco da Gama. A SAF, é na prática, uma empresa cuja atividade principal consiste na prática do futebol em competições profissionais, diferentemente do modelo tradicional de clubes no Brasil, que, por sua maioria, não tem fins lucrativos.
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Veja alguns bilionários que poderiam comprar o Grêmio
777 Partners
Com o recente acordo fechado entre Vasco da Gama e 777 Partners, o Cruz-Maltino se uniu a Botafogo e Cruzeiro na lista de grandes clubes do futebol brasileiro que aderiram ao novo modelo administrativo, o de clube-empresa. O Vasco da Gama teve 70% da sua SAF comprada por R$ 700 milhões e o acordo só depende da aprovação do Conselho Deliberativo para ser concretizado.
Grupo City
Um dos clubes que estudam em breve aderir é o Bahia, adversário direto do Grêmio na disputa da Série B do Campeonato Brasileiro. Ao que tudo indica, o Bahia pode ser vendido ao Grupo City, que irá pagar R$ 650 milhões por 90% da SAF para comandar o departamento de futebol do clube. O Grupo City fará o investimento com a chegada de jogadores e melhorias do elenco, esse dinheiro não entraria na conta da compra.
John Textor
O bilionário John Textor, atual dono do Botafogo, parece não ter perdido a empolgação, foi anunciado recentemente como acionista majoritário do Lyon, da França. Ele adquiriu 66,5% do clube e pode chegar a 88,5%. Além do Lyon, John Textor também é dono do Botafogo, Crystal Palace, da Premier League, RWD Molenbeek, da segunda divisão da Bélgica, e FC Florida PrepSchool, um clube com foco universitário nos Estados Unidos e que não disputa campeonatos profissionais.
Família Pozzo
A Família Pozzo é oriunda da Itália e dona da Udinese desde a década de 1980. Os Pozzo também comandam o Watford, da primeira divisão inglesa. Comandaram o Granada, da Espanha, hoje em propriedade de uma empresa da China. A gestão da Família Pozzo é simples, descobrir joias do futebol sul-americano e trabalhar em clubes onde são donos. Depois, vendem os atletas e repetem o processo. No Brasil, este modelo seria viável e talvez funcionasse bem.
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