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Por que Borré não pode ser considerado um jogador caro para o Grêmio?

Atacante custaria cerca de R$ 1 milhão por mês apenas com os salários

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Será que pagar R$ 1 milhão por mês de salário e mais luvas para acertar com Borré é caro? No futebol, é bastante complicado analisar o que é barato e o que não é. Porque o desempenho dentro de campo conta muito.

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Com Rafael Borré livre no mercado, o tricolor não precisará pagar e nem negociar com o River Plate. Seu contrato vai apenas até o meio do ano. Mas, se não existe o pagamento da multa rescisória, é necessário pagar luvas. Aliás, ele quer que elas sejam destinadas ao seu time atual.

O jogador já tem 25 anos, será difícil realizar uma grande venda para a Europa. Pensando em um bom desempenho, o futebol asiático seria o destino mais provável. Borré pode ser caro, mas ainda é capaz de trazer lucros com uma eventual venda.

O Grêmio teve superávit nos últimos cinco anos. O caixa está cheio. É possível usar esse dinheiro para fazer uma grande contratação, daqueles que enchia o aeroporto na época antes da pandemia.

Pagar R$ 1 milhão por mês é um valor que assusta, mas é muito mais caro manter jogadores que não rendem no plantel. Por exemplo, o tricolor conta com Everton Cardoso e em 2020 tinha Robinho. São dois atletas que ganham muito menos do que Borré, mas que não resolveram nada.

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Borré pode custar caro

Por outro lado, Miguel Borja era uma estrela de mesmo patamar quando acertou com o Palmeiras. Ele até fez alguns gols, sobretudo em sua segunda temporada. Mesmo assim, nunca rendeu tudo o que era esperado e acabou voltando para a Colômbia.

Então, firmar um contrato até 2024 ou 2025 e o jogador não se adaptar pode ser um grave problema. O Inter pagava R$ 500 mil para Anderson, e sem retorno dentro de campo, teve que esperar o vínculo vencer para ficar livre do salário.

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Foto: Reprodução/Twitter

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