Candidato à presidência, Odorico Roman propõe resolução para a Arena do Grêmio
Já com o acesso à Série A do Campeonato Brasileiro consolidado, o Grêmio passará nas próximas semanas por uma acirrada eleição que definirá um novo presidente para o clube gaúcho na temporada 2023.
Candidato ao cargo de mandatário do Imortal, Odorico Roman, ex-vice de futebol campeão da Copa Libertadores da América de 2017, concedeu entrevista à Rádio GreNal, nesta terça-feira (1º), para tratar de diversos assuntos relacionados ao Tricolor.
Odorico Roman tem uma ideia para solucionar o caso
Um deles diz respeito à gestão da Arena do Grêmio, que ainda vive um imbróglio judicial com a construtora baiana OAS. De acordo com Odorico, é inadmissível que o clube ainda não tenha o controle total do estádio, que foi inaugurado em 2012.
“Conheço profundamente o assunto da Arena. O estádio já devia estar no nome do Grêmio. Não podemos passar mais 10 anos sem ter o controle da gestão. Com as pessoas certas na gestão, podemos fazer campanhas de sócios, eventos, marketing, questão de camarotes. Tentar trabalhar o Naming Rights do estádio”, afirmou o candidato.
Tricolor desistiu, por ora, de assumir a gestão da Arena
Nas últimas semanas, uma notícia veiculada pelo jornalista Hilton Mombach, do Correio do Povo, indicou que o Imortal não iria mais comprar a Arena. No entanto, tal afirmação diz respeito somente à desistência do Tricolor em assumir a gestão do local, que fica a cargo da Arena Porto-Alegrense.
Já a propriedade da área, que é da Karagounis e da OAS26, ainda poderá ser cedida ao Tricolor Gaúcho, que espera isso acontecer para entregar a área do Olímpico para seus futuros proprietários. Apesar da interrupção das negociações acerca da gestão do estádio, as tratativas podem voltar à tona caso a nova direção eleita no final do ano assim preferir. Vale ressaltar que o Tricolor chegou a propor uma alienação fiduciária do Olímpico pela OAS na liberação de R$ 300 milhões para construção de prédios no local.
Ademais, a ideia era que o Grêmio ficasse com a gestão da Arena, ficando responsável até pelas obras do entorno do estádio. Porém, a OAS não aceitou o acordo, já que desejava uma parte das receitas extras do clube. Além de Grêmio e da construtora baiana, há também uma terceira parte envolvida no impasse da Arena, que também envolve o Estádio Olímpico: a Karagounis, empresa ligada à OAS.
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