Carlos Galia, candidato a presidente, faz crítica ao time de transição do Grêmio
Candidato à presidência do Grêmio nas eleições do final do ano, Carlos Galia, filho do ex-presidente Alberto Galia, foi um dos últimos concorrentes a anunciar o seu nome ao pleito presidencial do clube gaúcho.
Para falar sobre os seus planos caso eleito, o candidato concedeu entrevista hoje (19) para a Rádio Grenal, onde falou sobre diversos temas. Um deles foi o time de transição gremista, que vem recebendo muitos questionamentos nos últimos tempos. Para Galia, a equipe não tem trazido frutos ao Imortal, causando mais despesas do que vantagens.
“Acho que a transição produziu muito pouco pro Grêmio. Ela tem muito custo”, afirmou o candidato.
Candidatos praticamente definidos
Com praticamente todos os nomes definidos, a eleição presidencial do Grêmio será decidida no final do ano de 2022. Até lá, os sócios já movimentam-se para escolher os seus nomes favoritos ao principal cargo do clube gaúcho.
Até agora, cinco indivíduos declararam-se oficialmente como candidatos à presidência do clube gaúcho nas eleições de outubro/novembro: além do empresário Alceu Brasinha, figura conhecida entre os torcedores gremistas, os ex-vices de futebol Alberto Guerra e Odorico Roman também confirmaram seus nomes na disputa pelo mandato.
Para finalizar, Carlos Roberto Galia, filho do ex-presidente Alberto Galia, anunciou recentemente que concorrerá à sucessão de Romildo Bolzan Júnior, além de Guto Peixoto, atual membro do Conselho de Administração, que foi lançado como candidato da situação.
Cenário político do Grêmio será definido em três etapas
No dia 24 de setembro, antes do primeiro turno da eleição que escolherá o novo mandatário do Imortal, o clube gaúcho estará envolvido com a renovação de 150 cadeiras do Conselho Deliberativo, que irá definir quase a metade do colégio eleitoral da primeira etapa do pleito presidencial. Portanto, o resultado pode interferir nas possibilidades dos candidatos avançarem para a segunda fase.
O primeiro momento da eleição presidencial ocorrerá no dia 26 de outubro, com a participação apenas dos pouco mais de 350 conselheiros. Neste estágio, as chapas que fizerem mais de 20% dos votos válidos avançarão para disputar o voto dos associados no pátio, no segundo turno, no dia 5 de novembro.