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Em meio às cobranças, o Grêmio enverga mas não quebra

Tricolor gaúcho sempre cresce em momentos de dificuldade

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Diante do cenário que se vislumbra incerto na temporada de 2020, o Grêmio entra em campo pressionado para enfrentar o Internacional, às 16h, no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, no próximo domingo (24). A recente queda de rendimento técnica e tática do time preocupa a torcida, sobretudo pela crise de confiança que o time demonstra dentro de campo. Com toques de bola pouco objetivos, erros de passe infantil, que concedem contra-ataques ao adversário – erros que expõe falhas gritantes na marcação, a mecânica de jogo do time está deixando muito a desejar. É chover no molhado falar isso para o torcedor do Grêmio que assiste aos jogos. Então resolvi escrever um texto sobre alguns momentos durante a atual temporada para uma reflexão. 

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O Grêmio enverga mas não quebra

No dia 15 de março, a vitória do Grêmio de 3 a 2 sobre o São Luiz, na Arena, pelo Campeonato Gaúcho, marcou uma parada de 4 meses no futebol brasileiro. O retorno do time aos gramados só aconteceu no dia 22 de julho, com a vitória de 1 a 0 contra o maior rival Internacional, em campo “neutro”, no estádio Centenário em Caxias do Sul, com ambos os times sentindo a parte da preparação física. No final de agosto, com o brasileiro já em andamento, o Grêmio bateu o Caxias na final do Campeonato Gaúcho e sagrou-se pela 39ª vencedor da competição.

Já na libertadores, mesmo ainda sentindo a parte física, tendo como consequência alguns momentos apresentando um futebol burocrático e pouco inspirado, o Tricolor alcançou o primeiro lugar no grupo com mais uma vitória sobre o grande rival, dessa vez no estádio Beira-Rio, e assim obtendo a classificação para as oitavas de final da Copa Libertadores.

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Nos jogos seguintes contra o Guarani-PAR, o Grêmio teve seu melhor momento na temporada, passou sem dificuldades pelos paraguaios, obtendo duas vitórias. Com a classificação garantida para as quartas de final da Copa Libertadores, o Tricolor mediu forças com o Santos de Cuca. Com dois jogos de um futebol apático, o grêmio acabou sendo eliminado, superado pelo time paulista de maneira incontestável.

Com uma trajetória até então fácil na competição, o Grêmio chegou até a semifinal para enfrentar o São Paulo, Com um time jovem e líder do Brasileirão, os jogadores de Fernando Diniz eram a sensação do Brasil até aquele momento. Num jogo complicado e o time sob desconfiança da torcida, o Tricolor Gaúcho venceu por 1 a 0 em Porto Alegre, levando na bagagem o resultado mínimo para enfrentar os São Paulo no Morumbi. A classificação para final da Copa do Brasil foi obtida com um futebol mais reativo, esperando o adversário atrás da linha do meio campo, embora eficiente para ocasião.

O trauma gerado pela eliminação diante do Santos, fez com que o time comandado por Renato Gaúcho apresentasse um futebol mais preocupado com a parte defensiva. O Grêmio recuou a distância entre as linhas defensivas e do meio campo, implementando uma forte marcação sem deixar espaços para o São Paulo jogar. Espreitando ocasionalmente alguns contra ataques, o Tricolor Gaúcho segurou o 0 a 0 e superou mais um adversário, chegando a sua nona final de Copa do Brasil na história da competição.

Mesmo com eventuais crises durante a competição, oscilando um futebol que ia de altos e baixos, o Grêmio sempre esteve entre os postulantes ao título do Campeonato Brasileiro. A estreia no dia 9 de agosto em Porto Alegre, com gol de Diego Souza, o Tricolor Gaúcho obteve uma vitória suada de 1 a 0 sobre o Fluminense de Odair Hellmann.

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Com um ano atípico para todos, o Grêmio apresentou um futebol irregular, perdendo pontos em Porto Alegre para times visivelmente inferiores tecnicamente, como por exemplo, a derrota para o Sport Recife e o empate contra Fortaleza, com Diego Souza, mais uma vez, fazendo o gol salvador no finalzinho da partida, evitando mais um vexame na arena.

Foi um primeiro turno de muitas dificuldades para o Tricolor. Já no segundo turno o time melhorou e reagiu. Saindo da metade de baixo da tabela, o time engatou uma boa sequência de jogos, encostou nos líderes, embora não suficiente para assumir a ponta da tabela do Campeonato Brasileiro. Os constantes empates passam a impressão de que o Grêmio poderia ter ido muito mais longe.

Durante toda a história do Grêmio, sempre quando lutamos contra todas as adversidades, o clube ficava mais forte. Não vai ser diferente agora. Forjado pelo sofrimento, as eventuais divergências sobre a escalação do time por parte do torcedor gremista são legitimas. Em meio às cobranças que Renato Gaúcho recebe sobre o rendimento do time, nossa trajetória demostra que é na dificuldade que o Grêmio fica mais forte. Vamos evocar nossos ancestrais charruas porque domingo vai ser uma batalha dentro de campo. O Grêmio enverga, mas não quebra.

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Imagem: LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA

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