Entenda o que o Grêmio está fazendo para reduzir os salários
O Grêmio trabalha em várias frentes para reduzir os salários visando pagar as contas em dia durante o ano de 2022. O clube fechou 2021 com a folha na casa de R$ 15 milhões e pensa em cortar para R$ 7 milhões. Assim, várias saídas já foram confirmadas pelo tricolor gaúcho.
Recentemente, o clube acertou com o Juventude o empréstimo de Darlan e Paulo Miranda, além de negociar o empréstimo de Everton Cardoso ao Cuiabá, fazendo com que ele vá jogar em seu estado natal. Mas, em todos estes negócios, mais da metade do salário será bancado pelo clube.
Funciona mais ou menos assim: 60% do salário está previsto na carteira de trabalho e não pode ser reduzido. E os outros 40% são referentes a direitos de imagem, com menos impostos para os atletas. Nestes empréstimos, o Grêmio deve bancar os valores previstos na carteira.
Seguindo com essa lógica, a direção deverá conversar nos próximos dias com os atletas que ficaram no plantel. Geromel, Kannemann e Douglas Costa, que possuem os maiores salários, devem passar por reduções. Então, o que pode baixar é no direito de imagem.
A ideia da direção é pagar menos em 2022 e em 2023, com o clube de volta a Série A, seria possível voltar aos valores acordados em contrato. Assim, o clube conseguiria enfrentar a redução de receitas e respeitar o que diz a legislação.
Como vai funcionar a redução de salários no Grêmio?
É proibido reduzir os salários registrados na CLT, a menos que haja diminuição de função. No caso dos atletas de futebol, isso não é possível.
Mas, podem ser feitos acordos por diminuições nos pagamentos dos direitos de imagem. É neste cenário que o Imortal irá trabalhar.
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Imagem: Luciano Amoretti / Grêmio FBPA