Grêmio: Grafite joga ‘balde de água fria’ sobre possível convocação de Carlos Vinícius
Comentarista analisa fase artilheira do atacante do Grêmio e debate se ainda há tempo para convocação

Grafite defende chance a Carlos Vinícius na Seleção e coloca pressão sobre Ancelotti antes da Copa
Quando um centroavante vive fase artilheira, o debate surge quase de forma automática. Gols em sequência mudam narrativas, alteram status e colocam nomes na vitrine nacional. Ainda mais em ano de Copa do Mundo, cada desempenho ganha peso dobrado.
No futebol brasileiro, a posição de camisa 9 sempre gera discussão. Enquanto alguns nomes parecem consolidados, outros surgem embalados pelo momento. E, dessa vez, o destaque vem do Sul do país.
Carlos Vinícius, do Grêmio, entrou no radar após um início de temporada impressionante. São 9 gols em 9 jogos em 2026. No total, desde sua chegada ao clube em 2025, soma 21 gols em 23 partidas.
Grafite vê mérito e pede observação
Ex-atacante e atual comentarista do SporTV, Grafite avaliou ao jornal Zero Hora a possibilidade de convocação. Para ele, o centroavante gremista merece atenção.
“Seleção Brasileira é momento. Tem que ser convocado se o Ancelotti ainda está procurando soluções e jogadores para determinadas posições. Ele tem que ser olhado. Se pegarmos o ano passado para cá, é um jogador que vem desempenhando melhor a função do centroavante”, disse Grafite.
Além disso, o comentarista ponderou sobre o tempo até a Copa.
“Não sei se dá tempo de ele ser convocado e se o Ancelotti está com esse olhar procurando novos jogadores ou está só observando aqueles que ele já tem em mente, que já tem na cabeça para a Copa. Mas se existisse oportunidade de convocá-lo, usá-lo e testá-lo, o momento era esse. Mas não adianta ele ser convocado e ir lá para passear, ficar na reserva ou não jogar”.
Números sustentam o debate
Enquanto isso, os números reforçam o argumento. Carlos Vinícius lidera o ataque do Imortal com regularidade e eficiência. Além da média elevada, participa ativamente da construção ofensiva.
Por outro lado, a concorrência na Seleção Brasileira é intensa. Ancelotti, caso mantenha a base já observada, pode optar por nomes com histórico mais longo no ciclo.
