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Grêmio iguala número de técnicos do Cruzeiro em 2019 e semelhanças assustam

Após derrota para o Santos, grêmio confirmou saída de Felipão

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Após a derrota para o Santos na Vila Belmiro, o Grêmio anunciou a saída do técnico Luís Felipe Scolari, que não conseguiu dar o retorno esperado pela torcida, entregando o Grêmio na penúltima colocação do Campeonato Brasileiro e acumulando duas derrotas em confrontos diretos nos últimos três jogos disputados.

É cada vez mais comum no futebol brasileiro a queda de grandes equipes. Inter, Vasco e Botafogo são bons exemplos de times que deixaram a primeira divisão em um passado recente, mas a queda mais impactante entre esses, pode ser a do Cruzeiro, por ter várias semelhanças com a atual temporada do grêmio.

Assim como o Grêmio de 2021, o Cruzeiro vinha de temporadas vitoriosas, conquistando títulos relevantes nos anos anteriores à crise no futebol do clube, sendo referência no futebol mineiro e nacional. Conquistando duas vezes a Copa do Brasil como exemplo a ser seguido na montagem de elenco, utilizando jogadores do mercado nacional e Sul-Americano que davam bom retorno dentro de campo, como Dedé e Arrascaeta.

A situação da equipe mineira era caótica fora das quatro linhas. Com situações mais graves do que acompanhamos no atual Grêmio, mas um impacto é bastante semelhante em relação à influência externa que interfere dentro de campo: o alto número de trocas de técnicos. Em 2019, o Cruzeiro tinha o sólido Mano Menezes à frente do futebol no início da temporada, como um representante da geração vitoriosa e referência para a torcida. Situação bem semelhante a Renato, que iniciou a temporada de 2021 no Grêmio.

Após a saída de Mano, o Cruzeiro optou pelo jovem e promissor Rogério Ceni, que havia emplacado ótimo trabalho no Fortaleza e deixou o clube para tentar comandar a equipe que vinha acostumada aos métodos enraizados de Mano. No Grêmio, a escolha para substituir sua referência também foi por um nome mais jovem com passagem marcante por um clube que corre por fora dos 12 grandes: Tiago Nunes.

Com a saída de Rogério, que teve problemas de gestão com o elenco recheado de medalhões, a diretoria buscou Abel Braga, que havia saído recentemente do Flamengo. Um técnico experiente, com perfil mais defensivo, buscando maior segurança após a ousadia de escolher um jovem treinador para gerir o grupo de jogadores. Pelo lado do grêmio, a escolha de Felipão se assemelha, novamente, à opção feita pelo Cruzeiro. Perfil mais seguro e com baixo risco de rejeição após a escolha feita anteriormente.

Novamente, a escolha não surte efeito, e mostra que os problemas vão além do nome e perfil do comandante do futebol. No Grêmio, o fator psicológico vem sendo determinante para a falta de reação nas partidas e mostra uma equipe sem equilíbrio emocional para encarar a atual situação.

Por isso a próxima escolha é tão relevante e o trabalho extra campo, extremamente necessário para que o futuro não seja ruim para o grêmio.

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Imagem: Jornal Tribuna

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