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O Grêmio não é o único culpado pelo atual estado do Olímpico Monumental; entenda

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O abandono do Estádio Olímpico Monumental é um dos maiores descasos da cidade de Porto Alegre. A situação é judicializada e envolve Grêmio e OAS. O antigo estádio sofreu degradação com o passar dos anos e tornou-se vulnerável à moradia de pessoas no entorno. Nesta semana, o prefeito de capital gaúcha, Sebastião Melo, se queixou sobre o abandono do Velho Casarão e disse que o Tricolor Gaúcho e a OAS podem trazer um problema para a cidade.

Olímpico Monumental: o surgimento da antiga casa do Grêmio

No início dos anos 50, surgiu a necessidade de construir um novo estádio para o Grêmio. O Fortim da Baixada possuía uma estrutura muito antiga, quase não suportando a sequência de partidas e número elevado de torcedores. A equipe vinha de rápida ascensão, o que viabilizou o projeto para uma nova casa gremista. 

Em 1951, o então presidente do clube, Saturnino Vanzelotti, comprou o terreno onde seria construído o futuro estádio do Grêmio, o Estádio Olímpico. O arquiteto Plínio Oliveira Almeida ficou encarregado do projeto para a nova casa, após vencer um concurso promovido pela direção do clube. 

A empreitada para a construção do estádio foi longa e demandou grande esforço por parte da diretoria do Grêmio. Após diversas tentativas de empréstimos para finalizar as obras, o então presidente da república Getúlio Vargas subsidiou o restante da construção. O Estádio Olímpico foi inaugurado no dia 19 de setembro de 1954, com a partida entre Grêmio e Nacional do Uruguai. O Tricolor venceu a partida pelo placar de 2 a 0.

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