Confira os motivos que fizeram o Grêmio recuar no negócio por Hulk
Imortal encerra negociações por Hulk

Grêmio desiste de contratar Hulk em 2026: custos, riscos e estratégia explicados
O sonho de parte da torcida gremista em ver Hulk vestindo a camisa tricolor em 2026 chegou ao fim. A nova gestão, liderada por Odorico Roman, decidiu encerrar as conversas pelo atacante do Atlético-MG. Após semanas de especulações, consultas e intensa movimentação de bastidores, o clube concluiu que os valores da operação tornavam o negócio inviável para o atual cenário financeiro. A partir dessa análise, o recuo ganhou força e acabou oficializado.
Por que o Grêmio desistiu?
A decisão se encaixa no planejamento estratégico da direção, que mira um elenco mais equilibrado e sustentável. Para tirar Hulk do Atlético-MG, o Imortal precisaria assumir um pacote próximo de R$ 2 milhões mensais. A soma incluía salário, luvas e direitos de imagem. Além disso, o contrato pedido tinha duração de dois anos. Por consequência, o custo total ultrapassaria R$ 50 milhões — montante considerado arriscado para uma gestão que inicia o mandato com foco no controle de despesas e na reorganização estrutural.
Idade, desgaste e risco físico
Hulk completará 39 anos em 2026. Embora mantenha histórico de alto rendimento e disciplina exemplar, a diretoria avaliou que o risco natural de lesões e de recuperação mais lenta pesaria no investimento. A política do clube prevê aplicações altas apenas em jogadores com baixa margem de risco esportivo. Portanto, o cenário não se encaixava na nova lógica de decisões do departamento de futebol.
O que acontece agora?
Com o Grêmio oficialmente fora da disputa, o futuro do atacante volta à estaca zero. A permanência no Atlético-MG não está garantida, e nenhum outro clube aparece claramente à frente nas conversas para 2026. Hulk, ídolo do Galo e referência dentro do elenco mineiro, vive momento de indefinição. Assim, seu destino segue completamente aberto para a próxima temporada.

