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Presidente da CBF solta o verbo sobre paralisação do futebol e declaração agrada o Grêmio

Ednaldo Rodrigues se manifestou pela primeira vez desde que 11 clubes pediram a paralisação

Lula deixa escapar time do presidente da CBF
Imagem: Lucas Figueiredo/ CBF

Presidente CBF se manifesta sobre paralisação e Grêmio fica de olho

Em meio às discussões acaloradas sobre a possível paralisação do Campeonato Brasileiro, o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues, emitiu uma declaração contundente hoje. Em entrevista exclusiva ao ge, Rodrigues afirmou categoricamente que a entidade “vai acatar a decisão dos clubes”.

O pronunciamento vem em momento em que o número de óbitos decorrentes das recentes enchentes no Rio Grande do Sul atingiram a marca alarmante de 148, segundo o último boletim da defesacivil.rs.gov.br do estado, divulgado nesta terça-feira (14).

O presidente da CBF enfatizou a importância de ouvir os representantes dos clubes antes de qualquer determinação, ressaltando os desafios logísticos e econômicos que uma paralisação poderia acarretar.

Sobre o pedido de paralisação, é interessante que possamos ouvir todos os clubes para definir. Isso envolve calendário, classificação para as competições sul-americanas e até a Intercontinental, caso um clube brasileiro ganhe a Libertadores. Não é tão fácil assim. Mas somos todos democráticos. Depois de colocar todos esses pontos para que eles definam, não tenho como ficar contrário (aos clubes) porque nossa gestão é democrática. Vamos mostrar o contraditório dessa paralisação, mas vamos respeitar a decisão dos clubes”, disse Ednaldo Rodrigues.

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O gestor máximo do futebol brasileiro, contudo, assegurou que a decisão final será tomada pelo Conselho Técnico, convocado para o dia 27 de maio.

Rebaixamentos?

Ednaldo descartou veementemente propostas como o impedimento do rebaixamento de times gaúchos, destacando a necessidade da moralidade. Ele também apontou para o Ministério do Esporte, sugerindo que a instituição contribua com recursos

Quatro clubes sobem de divisão, quatro são rebaixados. Quem tem o bônus também tem que ter o ônus. Não se pode dizer ‘(um time) não vai ser rebaixado’ se (o mesmo time) puder ser campeão. Fere os princípios da moralidade”, finalizou.

 

Imagem destaque: Lucas Figueiredo / CBF

Gabriel Borba

Jornalista, pós-graduado em Jornalismo Esportivo e setorista do Grêmio (@gborba05).

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