Presidente esconde o jogo sobre demissões de técnicos do Grêmio
O empate da última quinta-feira (19), diante do Criciúma, pela oitava rodada da Série B 2022, pode ter sido o início de uma crise interna no Grêmio. Mesmo sendo o elenco mais valioso da competição, o Tricolor foi apático e não saiu do 0 a 0 contra a equipe catarinense. A intensidade, que era proposta de Roger Machado com a escalação, não funcionou em nenhum momento.
O Criciúma ficou a vontade na segunda etapa, trocando passes no campo de ataque, aproveitando a falta de organização da equipe gremista. O resultado podia ter sido muito pior, porém, o empate foi tido como desastroso. A opção do treinador por escalar Elkeson ao lado de Diego Souza, fez com que a equipe perdesse a modalidade. O retorno de Lucas Silva engessou mais uma vez o meio-campo.
Romildo esconde o jogo sobre a demissão de técnicos no Grêmio
Em entrevista à Rádio Bandeirantes, o presidente gremista, Romildo Bolzan, disse ter um diagnóstico interno sobre o motivo pelo qual os técnicos permanecem pouco tempo no clube. Desde a saída de Renato Portaluppi, nenhum treinador durou tempo suficiente para concretizar um trabalho. O fato é que a permanência de Roger amanheceu estremecida e o clima parece não ser dos melhores.
“Eu tenho um diagnóstico privado, mas não cabe agora fazer esse diagnóstico publicamente. Eu sei perfeitamente o que houve, teve gente que nos ajudou a construir um cenário positivo para termos algumas conclusões. É um assunto interno nosso, vamos tocar para frente”, disse o presidente Romildo Bolzan.
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Imagem: Lucas Uebel/ Grêmio FBPA

