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Resumão da coletiva: Luís Castro detona arbitragem, critica próprio trabalho e revela problema pessoal de Tetê

Luís Castro adotou um tom direto após a derrota do Grêmio por 2 a 1 para o Palmeiras

Luís Castro, tecnico do Grêmio
Imagem: Lucas Uebel / Grêmio

A coletiva de Luís Castro após Palmeiras 2 x 1 Grêmio

Luís Castro adotou um tom direto após a derrota do Grêmio por 2 a 1 para o Palmeiras, na Arena Barueri, pela 9ª rodada do Brasileirão. Em entrevista coletiva, o técnico português reconheceu o resultado negativo, avaliou o desempenho da equipe Tricolor em campo e abordou pontos que seguem preocupando, como o rendimento fora de casa e a sequência de problemas físicos no elenco.

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Confira as aspas do treinador

  • ”Não há vitórias morais no futebol. Temos que assumir por completo a derrota de hoje. Derrota é derrota e os pontos valem o mesmo. Agora, fomos uma equipe que competiu desde o início, do início ao fim, de forma diferente, nos diferentes momentos do jogo
  • ”Em relação a mim, é um trabalho fraco. Pela pontuação, os números não mentem, estou fazendo um trabalho fraco” 
  • ”Estivemos em vários jogos perto de concretizar em pontos a nossa dedicação. Não conseguimos. O projeto passa pela integração com as categorias de base. Hoje tivemos oito jovens da base, vários deles jogaram, passa por isso. Vamos sofrer, é uma época difícil que provoca algum sofrimento em termos pontuais, mas achamos que poderemos lutar por aquilo que já assumi publicamente, que é lutar por uma possibilidade de entrar em uma Libertadores.”
  • ”O Grêmio merece respeito e tem que ser respeitado. Fizemos um workshop antes do início da temporada, em que foi um senhor da arbitragem falar conosco, reuniu toda a equipe, mostrou imagens que não iam tolerar os lançamentos vindos de qualquer pessoa fora do campo. Na frente do árbitro auxiliar, não foi cumprida a regra.” 
  • ”Amuzu não deveria ter jogado o primeiro nem o segundo tempo, foi um risco que nós corremos. Eu assumo o risco, juntamente com o Departamento de Saúde, mas em função do primeiro tempo, e de podermos colocá-lo, mesmo em risco, em um tempo, preferi no segundo.”
  • ”Uma primeiro tempo mais contida, de forma estratégica, a sairmos para o ataque rápido. Agora, na primeira parte, tivemos uma situação que deveríamos ter tido mais tempo de bola no meio-campo contrário quando nós não conseguimos levar o contra-ataque até ao final. E aí devemos levar esse ensinamento para os próximos jogos. O segundo tempo eu acho que foi muito igual para igual, até tivemos a chance de chegar ao segundo gol, através do Amuzu. O Palmeiras também podia ter feito, mas o fundamental é perceber que todos competiram, todos se entregaram por completo. Há uma sensação de injustiça no jogo.”
  • ”Nas paradas é natural que nós trabalhemos grupos musculares que normalmente não trabalhamos ao longo da temporada, porque vamos de recuperação em recuperação. Portanto, é natural que um ou outro jogador tenha problema de adaptação.”
  • ”Quero dar um abraço ao Tetê pelo problema familiar que ele transporta neste momento e por ter se dedicado ao jogo por completo, embora não tenha atingido aquilo que pretendia. Não foi um jogo feliz dele.”
  • ”Temos de continuar a trabalhar. Nós, quando assumimos um projeto… e eu estou muito entusiasmado nele, porque há uma visão muito apaixonada de todos, aquilo que eu sinto em Porto Alegre todos os dias, faço uma vida normal. Hoje, o mundo é de muita instabilidade. E a instabilidade não é só porque as coisas acontecem, é porque há pessoas que fazem acontecer essa instabilidade. Estamos muito unidos, estamos muito fortes, estamos muito coesos. Eu acho que juntamente com a torcida somos ainda mais fortes.”

Fabíola Thiele

Sócia-proprietária do maior portal de notícias sobre o Grêmio l Especialista em SEO l Repórter l Comentarista nas horas vagas

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