Rui Costa abre o jogo sobre retorno ao Grêmio em 2026: “voltar pra casa”
Profissional volta a comentar possível retorno ao Imortal

Rui Costa fala sobre possível retorno ao Grêmio e reforça laço afetivo com o clube
Ventilado como possível nome para assumir o departamento de futebol do Grêmio caso Paulo Caleffi fosse eleito presidente, Rui Costa voltou a abordar o tema. O atual dirigente do São Paulo falou novamente sobre a possibilidade em participação no Podcast Denílson Show e reforçou que vê o clube gaúcho como “casa”.
O executivo destacou a relação histórica com a instituição e afirmou que, se o retorno acontecer, será em condições de valorização profissional.
— A minha relação com o Grêmio sempre será profissional. Portanto, se eu um dia voltar, será no melhor contrato possível, eu quero ser valorizado… Mas voltar para o Grêmio é voltar para casa — declarou.
Trajetória construída no Grêmio
Rui Costa iniciou sua carreira no departamento de futebol do Grêmio e atuou como executivo entre 2013 e 2016. Nesse período, participou de mudanças estruturais no clube e esteve presente em etapas importantes de planejamento que serviram de base para o ciclo vencedor iniciado logo depois.
Passagem atual no São Paulo
Desde 2021, Rui Costa ocupa cargo de direção no São Paulo, com contrato válido até o final do próximo ano. Segundo ele, o momento no Morumbi é de satisfação profissional. Ainda assim, o dirigente admite que o vínculo afetivo com o Imortal permanece vivo.
— Desde que eu saí, em 2016, sempre tive a vontade e a emoção de um dia voltar. O Grêmio é o meu clube, né? Isso não me faz menos profissional. Eu tenho uma relação emocional com o Grêmio — afirmou.
Relação sólida que pode favorecer futuro retorno
O nome de Rui Costa voltou ao debate político gremista durante o período eleitoral interno. No entanto, a troca no comando do clube não se encaminhou nessa direção neste momento. Mesmo assim, a fala pública mantém aberta a possibilidade de um reencontro natural, que dependerá do contexto, de alinhamentos e, sobretudo, de tempo.
O sentimento do dirigente é claro: a porta está aberta — e o Grêmio segue sendo parte central de sua trajetória.
