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Torcidas conquistam vitória e PELÉ agora faz parte do dicionário

Tudo bem que temos Lionel Messi, Cristiano Ronaldo, Puskás, Iniesta, Xavi, Ronaldinho, Ronaldão, Romário, Luis Suárez – e, se ele pudesse, citaria a si mesmo, Renato Portaluppi. Mas ninguém foi melhor que Pelé, em números e títulos. Grêmio, Inter e todos os clubes precisam reconhecer: o Rei nunca (ou dificilmente) perderá sua majestade no futebol.

O perfil oficial de Pelé no Twitter (póstumo) divulgou hoje, quarta-feira (26) que o termo “pelé” está oficialmente no dicionário de língua portuguesa, ao menos no Brasil. Uma bela homenagem ao talvez maior atleta da história, que ainda teve de lutar contra preconceito racial e social, em um país pobre: Edson Arantes do Nascimento.

Nascido em 23 de outubro de 1940, em Três Corações, Minas Gerais, fez sua passagem em 29 de dezembro de 2022, no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Não quis esperar 2023, faltavam só dois dias.

Mas já havia deixado seu legado, cumprido sua missão. Messi e Cristiano Ronaldo, os maiores da atualidade, prestaram suas condolências ao MAIOR. Com letra maiúscula. Quando se despediu deste mundo.

Como vai funcionar o termo “pelé” no vocabulário da língua portuguesa?

Conforme mostra o Twitter oficial do Rei, o termo, já incorporado ao cotidiano brasileiro, vai funcionar mais ou menos assim:

“Ele é o pelé do Basquete”, “ela é a pelé do Tênis”. Ou seja, expressão já usada para se referir a alguém que é o melhor em algo que faz, está eternizada no dicionário. E não vale apenas para os esportes. “Ele é o pelé de vendas”, pronto. Pelé foi além do futebol, dos esportes. O garoto pobre, aparentemente sem futuro, revolucionou o futebol vestindo a camisa branca do Santos e da Seleção Brasileira.

Começou sua carreira pouco antes de completar 16 anos. Não demorou a encantar. Seus números e títulos são muito superiores aos de qualquer outro atleta. Quantas Copas do Mundo o Rei do Futebol ganhou? TRÊS. O total de Copas do país de Messi e de Maradona. Sem ele, talvez o Brasil tivesse apenas duas, das cinco que tem.

Por fim, sim, Messi, Cristiano Ronaldo, Mbappé, por exemplo, quebraram alguns recordes dele. Mas eles todos sabem que o Rei sempre será o Rei. Lá nos primórdios do futebol, sem toda esta tecnologia, apoio aos atletas e suas famílias, ele não sabia que era impossível, foi lá e fez. Daqui para o resto dos tempos.

Leila Krüger

Jornalista, escritora, Mestre em Comunicação Social PUCRS. Cinco livros publicados. Gaúcha e gremista.

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