Vozinha, goleiro de Cabo Verde, cita ex-Grêmio entre seus maiores ídolos no futebol
Goleiro de Cabo Verde destacou admiração por lendas do futebol brasileiro antes da estreia histórica da seleção africana na Copa do Mundo
Vozinha revela ídolos brasileiros antes da estreia na Copa do Mundo
Aos 40 anos, o experiente arqueiro, que ajudou os Tubarões Azuis a conquistarem uma vaga inédita no Mundial, citou Rogério Ceni, Ronaldo Fenômeno e Ronaldinho Gaúcho entre seus principais ídolos no esporte.
“Gostava muito do Rogério Ceni porque era um goleiro que batia faltas e pênaltis. O Ronaldo Fenômeno e o Ronaldinho Gaúcho também foram grandes ídolos”, afirmou.
Por que Rogério Ceni era o principal ídolo de Vozinha?
Entre os nomes mencionados, Rogério Ceni recebeu um destaque especial do goleiro cabo-verdiano.
Conhecido por sua habilidade em cobranças de faltas e pênaltis, o ex-goleiro do São Paulo construiu uma carreira histórica e marcou época ao ultrapassar a marca de 130 gols anotados, algo raro para um atleta da posição.
Segundo Vozinha, essa característica diferenciada sempre chamou sua atenção durante a juventude.
A admiração pelo ex-camisa 1 reforça a forte influência que o futebol brasileiro exerceu sobre diversas gerações de atletas africanos.
Vozinha tem ligação especial com o Brasil
A relação de Vozinha com o futebol brasileiro vai além dos ídolos. O goleiro, cujo nome verdadeiro é Josimar José Évora Dias, recebeu esse nome em homenagem ao ex-lateral da Seleção Brasileira que disputou a Copa do Mundo de 1986.
Décadas depois, ele próprio alcançou o sonho de disputar um Mundial, tornando-se uma das lideranças da geração que colocou Cabo Verde pela primeira vez na principal competição do futebol mundial.
Ídolo nacional vive momento histórico com Cabo Verde
Com 89 partidas pela seleção nacional, Vozinha é um dos jogadores mais importantes da história de Cabo Verde.
O goleiro participou de quatro edições da Copa Africana de Nações e teve papel fundamental na campanha que garantiu a classificação histórica para a Copa do Mundo de 2026.
Agora, aos 40 anos, ele vive o ponto mais alto da carreira ao representar seu país na primeira participação cabo-verdiana em Mundiais.
A trajetória do veterano simboliza o crescimento do futebol do país africano e ajuda a explicar por que Cabo Verde se tornou uma das histórias mais interessantes desta edição da Copa do Mundo.
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