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Penhora da Arena do Grêmio volta à pauta por conta de dívidas da OAS e reacende debate

Uma nova informação a respeito do futuro da Arena do Grêmio ganhou o noticiário nesta segunda-feira (24). Por conta de dívidas deixadas pela antiga OAS, que atualmente é chamada de Metha, com banco por conta da construção da casa do Imortal, três instituições financeiras estão, neste momento, pedindo a penhora do estádio.

De acordo com informações publicadas pelo jornalista Jocimar Farina, no site GaúchaZH, Banrisul, Banco do Brasil e Santander impetraram uma ação que tramita na 37ª Vara Cível de São Paulo. A juíza do caso, Adriana Cardoso dos Reis, já havia determinado prazo para que os credores estipulassem o que pretendiam penhorar.

Qual o valor da dívida pela construção da Arena do Grêmio?

Segundo papéis da Coesa, empresa que comprou a parte imobiliária da OAS, e da Karagounis, os valores avaliados foram de R$ 267 milhões. A dívida questionada, que corresponde ao valor financiado pela construção do estádio, é de R$ 226,39 milhões.

A juíza Adriana Cardoso dos Reis, em julho do ano passado, já havia determinado que a Arena Porto-Alegrense quitasse as dívidas. Ao todo, dos R$ 210 milhões financiados, apenas R$ 66 milhões foram pagos.

Além desta, uma outra ação está correndo nos bastidores. A prefeitura de Porto Alegre e o Ministério Público do Estado tentam, no Superior Tribunal de Justiça (STJ), “tentam tirar as obras do entorno da Arena do Grêmio do fim da fila de pagamento da recuperação judicial da OAS”, revelou GaúchaZH.

Longo dos tribunais, o Tricolor articula com a Karagounis e a OAS 26 a troca de chaves do estádio Olímpico e da Arena. Os vereadores da capital, por sua vez, devem tratar a desapropriação do Olímpico ao longo deste ano. Isto deve ocorrer caso as obras não sejam iniciadas no local.

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